Ratatouille
Preparação (2 pax): Deita-se um fio de azeite numa panela funda, que se cobre com uma cebola às rodelas, dois ou três dentes de alho picados, e dois tomates grandes e maduros aos cubos. Tempera-se com sal, pimenta e oregãos, e deixa-se a refogar. Entretanto, descascam-se e cortam-se em pedaços pequenos cogumelos frescos (4 ou 5), meia beringela, meio pimento e meia courgette. Vão-se adicionando os vegetais à panela, enquanto se borrifa a mistura com vinho tinto. Quando o estufado estiver a ferver e a totalidade dos vegetais tiver murchado, está pronto.
Sugestão: Servir sob fatias de pão torrado, e polvilhar com queijo ralado.
ou
Preparação (2 pax): Chega-se ao final de um dia de trabalho e preparamos corpo e mente para...o descanso. Vai daí, ligamos ao namorado(a) ou a um(a) amigo(a), e marcamos para o Corte Inglès, por exemplo, ao fim da tarde. Agora que a cidade de Lisboa ainda goza dos seus últimos dias estivais sossegados, subir o Parque (Eduardo VII) a pé pode ser uma componente a juntar. Compram-se os bilhetes e mordiscam-se umas sandes (no caso de ser aquele o cinema, sugerem-se as maravilhosas tostas em pão alentejano que existem mesmo ao lado das bilheteiras). Chegada a hora, alapamo-nos à grande nos cadeirões estofados, no escurinho, e divertimo-nos à grande;
Remy é um rato cujo sonho é tornar-se um chef famoso. Arrivado a Paris via-cano-de-esgoto, Remy aterra no paraíso comensal: o ultra-afamado restaurante de luxo de Auguste Gusteau. Através do sucesso inesperado da sua sopa (numa sequência hilariante que só vista), Remy trava conhecimento com Linguini, o ajudante de cozinha, e juntos formarão uma dupla de sucesso que dará que falar no mundo da cozinha parisiense.
Sugestão: No caso das tostas não terem empanzinado o suficiente, juntar mega balde de pipocas (salgadas, sempre salgadas) à festa, e é sucesso garantido!
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Beleza, a quanto obrigas...
Ao cabo de 1 ano sem praticar qulaquer exercício físico, a minha pessoa envergonhou-se; vai daí que pegou em si e arrastou-se até ao ginásio «de sempre», onde tinha cerca de 14 meses de aluguer de cacifo em atraso, a fim de marcar um teste de condição física e outro de cardio fitness.
Para o 1.º, disseram-me, era necessário estar 48 horas sem ingerir bebidas com cafeína, mais 4 sem comer nem beber nada. A tarefa pareceu-me árdua, uma vez que estamos em Agosto (o que sempre dá uma certa sede), para além do que, quem tome o pequeno-almoço às oito da manhã, terá necessariamente uma fome de doidos ao meio-dia!
Portanto, com uma ou outra batota, lá fui; medição de colestrol para cá, de tensão arterial para lá, peso, medidas, blá, blá, blá, para no fim concluirmos que eu era muito saudável, apesar de «um pouco acelereada» (enquanto os batimentos normais duma pessoa por minuto variam entre os 80 e os 100, os meus rondam os 105), e «com 4 kgs de 'matéria gorda' a perder».
Fiquei para morrer: nesse mesmo dia, corri para a mercearia a comprar cenouras, cheguei a casa e fiz sopa (que não ficou pronta a tempo do jantar), peixe cozido (que sabia mal como tudo sem maionese) e...rapei um pratinho com ovos moles que havia no frigorífico.
Mas dizem que o pior é sempre a arrancada, portanto no dia seguinte tomei novamente balanço, e fui ao 2.º treino. Aí, tinha um PT (personal trainer) com a minha idade, a perguntar-me que partes do corpo gostava menos, para de seguida sofrer a humilhação de o ter literalmente a focá-las, a medi-las e a estudá-las para ver «de que melhor forma podíamos trabalhá-las». Como se não chegasse, ainda tive de «cobaiar» à frente dele os exercícios um por um, só se deu por satisfeito quando, 2 horas mais tarde, saí da sala de língua de fora, e a andar de lado.
Dentro de 2 semanas esta rotina repetir-se-à 3 vezes por semana. Boa sorte para mim.
Ao cabo de 1 ano sem praticar qulaquer exercício físico, a minha pessoa envergonhou-se; vai daí que pegou em si e arrastou-se até ao ginásio «de sempre», onde tinha cerca de 14 meses de aluguer de cacifo em atraso, a fim de marcar um teste de condição física e outro de cardio fitness.
Para o 1.º, disseram-me, era necessário estar 48 horas sem ingerir bebidas com cafeína, mais 4 sem comer nem beber nada. A tarefa pareceu-me árdua, uma vez que estamos em Agosto (o que sempre dá uma certa sede), para além do que, quem tome o pequeno-almoço às oito da manhã, terá necessariamente uma fome de doidos ao meio-dia!
Portanto, com uma ou outra batota, lá fui; medição de colestrol para cá, de tensão arterial para lá, peso, medidas, blá, blá, blá, para no fim concluirmos que eu era muito saudável, apesar de «um pouco acelereada» (enquanto os batimentos normais duma pessoa por minuto variam entre os 80 e os 100, os meus rondam os 105), e «com 4 kgs de 'matéria gorda' a perder».
Fiquei para morrer: nesse mesmo dia, corri para a mercearia a comprar cenouras, cheguei a casa e fiz sopa (que não ficou pronta a tempo do jantar), peixe cozido (que sabia mal como tudo sem maionese) e...rapei um pratinho com ovos moles que havia no frigorífico.
Mas dizem que o pior é sempre a arrancada, portanto no dia seguinte tomei novamente balanço, e fui ao 2.º treino. Aí, tinha um PT (personal trainer) com a minha idade, a perguntar-me que partes do corpo gostava menos, para de seguida sofrer a humilhação de o ter literalmente a focá-las, a medi-las e a estudá-las para ver «de que melhor forma podíamos trabalhá-las». Como se não chegasse, ainda tive de «cobaiar» à frente dele os exercícios um por um, só se deu por satisfeito quando, 2 horas mais tarde, saí da sala de língua de fora, e a andar de lado.
Dentro de 2 semanas esta rotina repetir-se-à 3 vezes por semana. Boa sorte para mim.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
«Casanova»
Well, praticamente um mês volvido sobre o meu último post (mas as férias são mesmo assim, dão uma moleza que só a IDEIA de tornar à rotina e à normalidade é de dar com a cabeça nas paredes, ainda que o blogue funcione mais como escape...), cá volto à carga, desta feita com uma sugestão gastronómica;
Novidade para muito poucos (de entre os quais figurava eu), em Santa Apolónia, ao lado da Bica do Sapato, fica o «Casanova», irmão mais novo do «Casanostra», no Bairro Alto. Com a ementa à base de pizzas e pastas, este restaurante tem a novidade das mesas serem corridas, e portanto poder suceder jantarmos ao lado de perfeitos estranhos (a menos que seja um grupo grande, que encha uma mesa por inteiro).
Com a cozinha entalada entre «transparências», a primeira coisa com que nos deparamos quando entramos, é com o gigante forno a lenha onde as pizzas são cozidas e as massas gratinam. O serviço é rápido e tenta ser atencioso - para o efeito dispõem, inclusive, de lâmpadas vermelhas dependuradas do tecto que se acendem caso necessitemos de qualquer coisa - mas a afluência constante de (mais) bocas para comerem (estamos em Agosto, a cidade a meio gás, ontem era terça-feira e, entre as 20h e as 23h, a fila de espera manteve-se permanente e a todo o comprimento da sala...) torna essa tarefa complicada, senão mesmo impossível.
As pizzas fazem juz à fama que têm, com a originalidade de haver a hipótese de se pedirem «duas em uma», construindo a nossa própria refeição através de fundir duas pizzas numa só, metade de cada nação.
Quem não o fez ainda, deve experimentar; quem já é batido, decerto já «repetiu a dose». Mas só num dia em que a paciência para a espera seja qb.
Well, praticamente um mês volvido sobre o meu último post (mas as férias são mesmo assim, dão uma moleza que só a IDEIA de tornar à rotina e à normalidade é de dar com a cabeça nas paredes, ainda que o blogue funcione mais como escape...), cá volto à carga, desta feita com uma sugestão gastronómica;
Novidade para muito poucos (de entre os quais figurava eu), em Santa Apolónia, ao lado da Bica do Sapato, fica o «Casanova», irmão mais novo do «Casanostra», no Bairro Alto. Com a ementa à base de pizzas e pastas, este restaurante tem a novidade das mesas serem corridas, e portanto poder suceder jantarmos ao lado de perfeitos estranhos (a menos que seja um grupo grande, que encha uma mesa por inteiro).
Com a cozinha entalada entre «transparências», a primeira coisa com que nos deparamos quando entramos, é com o gigante forno a lenha onde as pizzas são cozidas e as massas gratinam. O serviço é rápido e tenta ser atencioso - para o efeito dispõem, inclusive, de lâmpadas vermelhas dependuradas do tecto que se acendem caso necessitemos de qualquer coisa - mas a afluência constante de (mais) bocas para comerem (estamos em Agosto, a cidade a meio gás, ontem era terça-feira e, entre as 20h e as 23h, a fila de espera manteve-se permanente e a todo o comprimento da sala...) torna essa tarefa complicada, senão mesmo impossível.
As pizzas fazem juz à fama que têm, com a originalidade de haver a hipótese de se pedirem «duas em uma», construindo a nossa própria refeição através de fundir duas pizzas numa só, metade de cada nação.
Quem não o fez ainda, deve experimentar; quem já é batido, decerto já «repetiu a dose». Mas só num dia em que a paciência para a espera seja qb.
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