quarta-feira, 22 de agosto de 2007

«Casanova»

Well, praticamente um mês volvido sobre o meu último post (mas as férias são mesmo assim, dão uma moleza que só a IDEIA de tornar à rotina e à normalidade é de dar com a cabeça nas paredes, ainda que o blogue funcione mais como escape...), cá volto à carga, desta feita com uma sugestão gastronómica;
Novidade para muito poucos (de entre os quais figurava eu), em Santa Apolónia, ao lado da Bica do Sapato, fica o «Casanova», irmão mais novo do «Casanostra», no Bairro Alto. Com a ementa à base de pizzas e pastas, este restaurante tem a novidade das mesas serem corridas, e portanto poder suceder jantarmos ao lado de perfeitos estranhos (a menos que seja um grupo grande, que encha uma mesa por inteiro).
Com a cozinha entalada entre «transparências», a primeira coisa com que nos deparamos quando entramos, é com o gigante forno a lenha onde as pizzas são cozidas e as massas gratinam. O serviço é rápido e tenta ser atencioso - para o efeito dispõem, inclusive, de lâmpadas vermelhas dependuradas do tecto que se acendem caso necessitemos de qualquer coisa - mas a afluência constante de (mais) bocas para comerem (estamos em Agosto, a cidade a meio gás, ontem era terça-feira e, entre as 20h e as 23h, a fila de espera manteve-se permanente e a todo o comprimento da sala...) torna essa tarefa complicada, senão mesmo impossível.
As pizzas fazem juz à fama que têm, com a originalidade de haver a hipótese de se pedirem «duas em uma», construindo a nossa própria refeição através de fundir duas pizzas numa só, metade de cada nação.
Quem não o fez ainda, deve experimentar; quem já é batido, decerto já «repetiu a dose». Mas só num dia em que a paciência para a espera seja qb.

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